sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Recaídas

Onde fiquei?
Em que lugar me abriguei?
Estou me procurando
Sempre me acho
Mas quando não me reconheço
Vou por aqueles caminhos,
Andar pelas estradas, mares ...
Não tem erro,
Vou sempre me encontrar
Nas estrelas que me acolhem,
Nos banhos demorados
com o embalo das grandes ondas,
|No feitiço das luas cheias,
No despontar de um novo amanhecer,
No encanto dos arco-iris
No cair do anoitecer ...
Minha alma gosta,
Meu espirito transcede !!!

2 comentários:

Sonia disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
PROSAS DO CADERNO disse...

Avalanches ocultas acontecem no improviso; vem de pequenos sinais, fazem às vezes ruídos no ouvir, um sopro á toa, se ajeita e dorme como ondas que se despejam lentamente sobre o leito. Seu efeito retorna lindo. Corre atrás das pedrinhas, deixa na areia seu parecer de cerdas: a cada tempo volta contumaz, desmancha os cachos da duna, e faz um novo penteado.
Ah!, Se não existisse o avalanche e eu não estivesse nesta dor inquieta; então sentaria na minha Ubatuba, passaria o dia assistindo o meu coração.
Vez ou outra voltaria neste mar de letras e escreveria lascivas palavras, porém, doces!
Oh! mar… que vaia tão longe!, Dobra diante dos olhos a esperança. Fico sem saber: onde estás? — longe… não a verei mais…