segunda-feira, 25 de abril de 2011

Palavras sentidas



São nas entrelinhas, naquelas finíssimas linhas entre o que existe e o que não existe, que escrevemos a nossa história. São sempre naquelas passagens que pouca gente entende, que pouca gente acredita e que muita gente imagina que nem acontece. Para alguns simples sonhos, para outros apenas impossibilidade. E justamente por ser impossível, por ser simplesmente sonho, por ser inacreditável que vivemos. Porque somos assim... dentro de nós. Acreditando no impossível e escrevendo nossa história. Escrevendo-a sempre... sempre nas entrelinhas; nas finas linhas do real e do imaginário que construímos e criamos os melhores cenários de vida... de verdades, de sonhos e fantasias. Para além de nós... para muito além dos nossos dias.

(Adriano Hungaro)


Um comentário:

jose vitor lemes disse...

hihih!!! Como gostaria de ter a possibilidade de morar nas entrelinhas... Entraria nas finíssimas linhas, montaria nelas minhas esquadrinhas de ossos, e com a mobília de sonhos decoraria as finas fantasias… beijos...