segunda-feira, 13 de junho de 2011

Maré Alta

                   





São tantos fatos
Que ás vezes faço tempestade
Num copo d'água...
Onde o barco dos meus sonhos
E de frágil papel.

Ventania vinda de um sopro de nada
Mais forte que o meu querer mais intimo
Surda-muda
Mudo o rumo
Não me acostumo
Com a maré alta que se faz..

No vasto oceano de mim
Ouço o vento ruir...

Nada está tão longe
Que tudo não se alcance
Pelo navegar contínuo!

Pelo desejo intermitente
De navegar em outros ares.

3 comentários:

jose vitor lemes disse...

Se a este copo
Frágil e transparente
Suporta a vaguidade da mente
Então digo:
O olhar é valente
Tem o coração tripulante
Segue paixões
Navega avidamente
Desmancha ao longe
Assim... fazem as ondas nas areias
Depois voltam ao rompante
vão buscar memórias de sereias…

bjs

jose vitor lemes disse...

Se a este copo transparente
é visível o outro lado, assim é o que dizes:
O olhar é valente
tem no coração um leme
navega paixões
ama seus tripulantes
vai com eles ao longe
assim vão as ondas...
Formam marés e se quebram nas praias.
Depois voltam ao rompante
no mais alto mar,
na rota do horizonte.

Anônimo disse...

Soninha, com a maré aprendemos que as pegadas que foram deixada na areia da praia no dia anterior,as ondas apagam silenciosamente, quando anoitece a lua surge calma e com levesa reflete seu brilho. O dia seguinte surge o sol todo imponente com sua luz e brilho próprio acenando um novo dia, e o ciclo da vida continua......
beijos( Leacir )