quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Saudades da Querida "Tia Izaura"

 Neste  final de semana que passou, perdi minha Tia Izaura, irmã muito querida da minha amada mãe, que também já se foi há muitos anos, e como disse um  tio meu no velório que não o via há 40 anos, "pessoas morrem". O único e triste jeito é se conformar para continuar vivendo, não existe outra maneira.  Mas esta música sempre me fez lembrar unica e exclusivamente da Tia Izaura e agora vai marcar definitivamente no meu coração, lógico da minha maneira, em outras palavras.  "Deus sabe o que faz para cada um de nós !"

5 comentários:

José Vitor disse...

Em Apocalipse 20.13 está escrito que o mar dará os mortos que nele há. E Jesus também afirmou que “vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz”

José Vitor disse...

Perdi meus adereços, os apreços que Deus me dera,
"Causas de referencia,"
E também os anéis, sumariamente!
Se antes ou se depois caiu o meu sorriso.

Promiscuo… procurei minúcias, até o meu choro!
Preciso achá-lo, que seja nas lágrimas que correm ascendências perdidas…
Rios de amigos entre mares do passado.
Em que onda os encontrará? Aonde buscarei o ouro perdido?

Onde estão os meus queridos?

Respondo! - “Guardados no passado?”
Busco superficialmente! Pois, são eles “raízes”:
- um buraco contínuo que dão vida,
- um buraco do qual eu me visto de prelúdios!!!

texto de José Vitor

Sonia disse...

Ahhh! Vitor meu irmão querido, esta poesia já me fez chorar antes, e se ler agora tudo se mistura nos sentimentos: perdi meus adereços, os apreços ...
mas é bom ler as coisas que já escreveu, que escreve nos momentos certos e com certeza ainda vai escrever sempre que precisar. Bjs.

Anônimo disse...

Obrigada,minnha querida prima é difícil para comentar qualquer coisa porque ela ama muito você,falo no presente porque ela esta sempre entre nós.Como vc disse.
Deus sabe o que faz e ele sabe mesmo
Mas a dor é muito grande

Anônimo disse...

Para vc minha irmã...
Quando se quer bem a uma pessoa,sua presença conforta.Só a presença, não é necessário mais nada.